Retrato da mãe quando jovem narra uma bela tarde do verão de 1943 em Roma pelos olhos de uma moça que passeia pelas ruas da Cidade Eterna a caminho de um concerto de Johann Sebastian Bach. Completamente alheia à violência da Segunda Guerra Mundial, ela pensa no filho que está prestes a nascer e no pai da criança, em plena luta no front africano. O que seria, a princípio, o retrato de uma típica mulher alemã da era nazista evolui para um comovente elogio da inocência e, por fim, para uma história de amor carregada de lirismo. Entrar em contato com essa mulher pode levar o leitor a compreender os fenômenos que deram forma a toda uma geração. Lançada na Alemanha em 2006, a obra foi rapidamente aclamada por crítica e publico, tendo três reimpressões logo nos primeiros meses.
“Um novela adorável.” —Cameron Martin, The New York Times Book Review
“Uma revelação de humanismo e esperança com intensidade quase musical.”—Nicholas Lezard, The Guardian
“Uma pequena obra-prima.” —The Times Literary Supplement
“O que sabemos sobre a tragédia da Segunda Guerra Mundial, e Margherita não sabe, é o que garante a força do livro.” —Time Out London
“Delius entende as forças que moldam a Alemanha e tem o talento para articular alegria, beleza e amor..” —The Independent
"Texto miúdo. Literatura enorme." -- Observer, Vienna
"Um grande quadro histórico em pouco espaço." -- Frankfurter Allgemeine Zeitung
"A tensão e a flexibilidade dessa narração soberba é impressionante." -- Die Welt
"O tipo de julgamento do passado que só pode acontecer ao longo do tempo." -- Standpoint