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28 de Julho de 2016. Bem-vindo!
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As aventuras do Capito Pirata da Barba Verde
Claudia Neufeld
20 x 20
68
O destemido Capito Pirata da Barba Verde recruta novos marujos para acompanh-lo em suas aventuras pelo mar. Mas a situao se complica quando a tripulao encontra a cadelinha Sally, que a todos conquista. O capito no permite cachorros a bordo e fica furioso quando descobre Sally no navio. Agora os marujos precisam arranjar um jeito de convenc-lo a aceitar a cadelinha enquanto a caada ao tesouro traz uma reviravolta que o surpreender.
Conhecido por sua bravura, o temido Capito Pirata da Barba Verde recruta marujos para sua prxima caada ao tesouro. Assim que tripulao fica completa, zarpa alto-mar, pronta para o que vier pela frente. As aventuras comeam aps alguns dias de trabalho, quando os marujos descobrem no navio uma adorvel cadelinha qual do o nome de Sally. Como gostam muito dela, tentam proteg-la, escondendo-a, pois o capito no permite cachorros a bordo. Mas, apesar dos esforos da turma, a cachorrinha late mais alto...e l se foi seu esconderijo. Furioso, o capito briga com toda a tripulao e ordena que se livrem de Sally. Mas claro que os outros piratas ficam muito tristes – afinal, difcil resistir a uma companheirinha to animada. Alm disso, eles no podem simplesmente jog-la no mar!Enquanto os marujos pensam em uma maneira de continuar com a cadelinha, eis que uma reviravolta acontece. Outro navio se aproxima e o capito d as ordens: atacar e saquear tesouros. No podemos estragar o fim da histria, mas a verdade que Sally se mostrar uma tima pirata, para surpresa de todos –inclusive do Capito Pirata da Barba Verde! Alm da aventura, esta histria traz o poder da amizadee a importncia de ver as coisas com outros olhos, pois muitas vezes acabamos nos surpreendendo positivamente a respeito de algo de que no gostvamos.Tudo isso com o apoio de ilustraes vibrantes, numa edio bilngue ingls-portugus, num formato muito original – abrindo o livro de um lado, est a verso em portugus; e do outro, a verso em ingls.
As joias da coroa
lvaro Cardoso Gomes
13 x 21 cm
340
Enquanto cumpre suspenso, o investigador Medeiros tenta recuperar a joia furtada de uma senhora riqussima e excntrica, dona do diamante mais raro do mundo. Mas ela sequestrada quando estava com Medeiros e a joia pedida como resgate. O policial encara a resoluo do caso como uma questo de honra. Enquanto isso, perseguido por um dos chefes do trfico de So Paulo, que no tem outra preocupao a no ser lhe tirar a vida.
Suspenso da polcia e com um ferimento de tiro no brao, as coisas no vo nada bem para o investigador Medeiros. At que ele aceite o trabalho de recuperar a joia roubada de um milionria excntrica - e tudo piora. Entre vrias garrafas de usque e embalado por Nina Simone, Medeiros lanado em um rastro sanguinrio na busca pelo Espoir, o diamante mais precioso do mundo. Como se no bastasse, seguida de perto por algum cuja nica ambio tirar a sua vida. Com humor gil e cortante lvaro Cardoso Gomes conduz o leitor pelas ruas frenticas e mal iluminadas da noite paulistana. A sutileza com que o autor pinta o mistrio aproxima As joias da coroa da aura do romance policial clssico, assim como da mais envolvente safra do bom e velho filme noir.
As trs balas de Boris Bardin
Milo J. Krmpotic
14 x 21 cm
128
Lanado na Espanha em 2010, As trs balas de Boris Bardin uma histria de ao, recheada de violncia e humor cido, principalmente quando o assunto o cenrio, a Argentina dos anos 1980. O enredo, centrado no roubo de um carro-forte, colocado em cheque o tempo todo pela diviso do texto entre dois narradores. A partir dessa quebra de perspectiva, a obra se torna uma divertida pardia dos thrillers e dos romances policiais clssicos.
Na Argentina dos anos 1980, Boris Bardin e seus dois irmos, tentam sobreviver pssima situao financeira. Como se no fosse suficiente, Boris, o mais velho, s pensa em se vingar de quem lhe deu trs tiros e o deixou invlido. Completamente alheio crise dos trs irmos, um investigador chega da capital para averiguar o roubo de um carro forte. As duas histrias so contadas paralelamente, por narradores diferentes, e se cruzam aos poucos at culminar em um final de tirar o flego.
Assim (se lhe parece)
Luigi Pirandello
14x21cm
200
A obra, chamada por seu autor de “farsa filosfica”, se insere na vanguarda do seu tempo ao abordar conceitos lingusticos e filosficos que levariam dcadas para serem aceitos e institucionalizados. Aparatada com bibliografia e cronologia sobre a vida do autor, a edio ainda conta com posfcio do crtico, colunista da revista Cult, resenhista da Folha de S. Paulo e professor da UNICAMP, Alcir Pcora.
Representada pela primeira vez em 1917, enquanto a Itlia passava pela insegurana da Primeira Guerra Mundial, Assim (se lhe parece) coloca em cheque os conceitos de “verdade” e “objetividade”. Desde ento, inmeras montagens acumularam-se mundo afora – inclusive uma performance lendria do Teatro Brasileiro de Comdia, em 1953, com Cleide Yaconis e Paulo Autran, elogiada por Dcio de Almeida Prado e vencedora do Prmio Governador do Estado de So Paulo. Atravs de dilogos geis e divertidos, em traduo de Srgio N. Melo, Pirandello expe a histria da senhora Frola, uma velha que se muda para o mesmo prdio de uma famlia da alta burguesia italiana, os Agazzi, e se recusa a receb-los. Gesto que encarado com indignao pelo senhor Agazzi, ocupante de um cargo elevado na prefeitura da pequena provncia. A revolta logo se torna perplexidade e curiosidade, com o surgimento do senhor Ponza, genro da velha e colega de repartio do senhor Agazzi. Ponza se desculpa pela sogra e pede que todos tenham pacincia, pois ela enlouqueceu com a morte da filha e agora est sob seus cuidados. Pouco tempo depois, a senhora Frola quem conta, de forma coerente e s, ser o genro quem de fato se abalou mentalmente e, portanto, acredita que a esposa est morta. Entre idas e vindas de ambos, a confuso de todos aumenta cada vez mais, beirando o desespero. Para piorar, o cunhado de Agazzi, Laudisi, insiste em tentar convenc-los de que a verdade no existe. A obra, chamada por seu autor de “farsa filosfica”, se insere na vanguarda do seu tempo ao abordar conceitos lingusticos e filosficos que levariam dcadas para serem aceitos e institucionalizados. Aparatada com bibliografia e cronologia sobre a vida do autor, a edio ainda conta com posfcio do crtico, colunista da revista Cult, resenhista da Folha de S. Paulo e professor da UNICAMP, Alcir Pcora.
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