BUSCA
    
MÍDIA SOCIAL
NEWSLETTER

01 de Abril de 2015. Bem-vindo!
Você está em: Home » Catálogo
As três balas de Boris Bardin
Milo J. Krmpotic
14 x 21 cm
128
Na Argentina dos anos 1980, Boris Bardin e seus dois irmãos, tentam sobreviver à péssima situação financeira. Como se não fosse suficiente, Boris, o mais velho, só pensa em se vingar de quem lhe deu três tiros e o deixou inválido. Completamente alheio à crise dos três irmãos, um investigador chega da capital para averiguar o roubo de um carro forte. As duas histórias são contadas paralelamente, por narradores diferentes, e se cruzam aos poucos até culminar em um final de tirar o fôlego.    
Assim é (se lhe parece)
Luigi Pirandello
14x21cm
200
Representada pela primeira vez em 1917, enquanto a Itália passava pela insegurança da Primeira Guerra Mundial, Assim é (se lhe parece) coloca em cheque os conceitos de “verdade” e “objetividade”. Desde então, inúmeras montagens acumularam-se mundo afora – inclusive uma performance lendária do Teatro Brasileiro de Comédia, em 1953, com Cleide Yaconis e Paulo Autran, elogiada por Décio de Almeida Prado e vencedora do Prêmio Governador do Estado de São Paulo. Através de diálogos ágeis e divertidos, em tradução de Sérgio N. Melo, Pirandello expõe a história da senhora Frola, uma velha que se muda para o mesmo prédio de uma família da alta burguesia italiana, os Agazzi, e se recusa a recebê-los. Gesto que é encarado com indignação pelo senhor Agazzi, ocupante de um cargo elevado na prefeitura da pequena província. A revolta logo se torna perplexidade e curiosidade, com o surgimento do senhor Ponza, genro da velha e colega de repartição do senhor Agazzi. Ponza se desculpa pela sogra e pede que todos tenham paciência, pois ela enlouqueceu com a morte da filha e agora está sob seus cuidados. Pouco tempo depois, é a senhora Frola quem conta, de forma coerente e sã, ser o genro quem de fato se abalou mentalmente e, portanto, acredita que a esposa está morta. Entre idas e vindas de ambos, a confusão de todos aumenta cada vez mais, beirando o desespero. Para piorar, o cunhado de Agazzi, Laudisi, insiste em tentar convencê-los de que a verdade não existe. A obra, chamada por seu autor de “farsa filosófica”, se insere na vanguarda do seu tempo ao abordar conceitos linguísticos e filosóficos que levariam décadas para serem aceitos e institucionalizados. Aparatada com bibliografia e cronologia sobre a vida do autor, a edição ainda conta com posfácio do crítico, colunista da revista Cult, resenhista da Folha de S. Paulo e professor da UNICAMP, Alcir Pécora.  
Assim mataram Adônis
Sarah Caudwell
13 x 21cm
288
Hilary Tamar dá aulas na faculdade de direito de Oxford e atua como barrister, advogado especializado de acordo com as leis britânicas, no Lincoln´s Inn., uma das quatro associações londrinas às quais esse tipo de jurista deve se filiar. A aventura começa quando a bela e desastrada Julia Larwood, ex-aluna e colega de trabalho de Tamar, decide tirar férias em Veneza na intenção de fazer passeios culturais, saborear a culinária e por em prática seu método pouco ortodoxo de sedução, baseado em uma leitura superficial do poema “Vênus e Adônis” de Shakespeare. Poucos dias depois, Tamar e seus colegas do Lincoln´s Inn. recebem a notícia de que Julia foi presa pela polícia italiana, acusada de matar Ned, o Adônis que havia seduzido. O desenrolar dos fatos se dá pelas cartas de Julia à sua amiga Selena e pelas deduções dos demais barristers, sempre guiados pela figura de Tamar. Dessa forma, a narrativa se desenvolve em contraponto entre as cartas carregadas da franqueza ingênua de Julia e os comentários irônicos e divertidos de seus amigos enquanto leem. É desse contraponto que o mistério surge e é levado a um grau altíssimo de tensão. Assim mataram Adônis é o primeiro livro da celebrada romancista Sara Caudwell, e a aventura de estreia da polêmica personagem Hilary Tamar, cujo gênero não pode ser definido pelo texto em inglês. Desde seu lançamento, em 1981, acumula críticas positivas e admiradores ao redor do mundo, principalmente pela inteligência absorvente com que Caudwell conduz a história sem perder a leveza e o bom humor.      
Caixa de desejos
Ana Cristina Melo
14 x 21
96
Marília tem 11 anos e a cabeça cheia de conflitos. Não tem muitos amigos na escola, onde é considerada uma nerd, e de repente se vê obrigada a dividir o quarto com a meia-irmã mais velha, a quem vira apenas duas ou três vezes na vida. A menina mora com a mãe, o pai, os avós maternos e um tio numa casa que vive cheia de gente e “mais parece um hotel”. Normalmente Marília se refugia na leitura e em Laurinda, a avó paterna. Vó Laurinda adoece e morre, mas antes deixa um presente para a neta: uma caixa de madeira onde ela deverá guardar suas lembranças e registrar os seus desejos, para nunca esquecê-los. A chegada da meia-irmã e dessa caixa meio mágica começam amudar a vida de Marília, que acaba por encontrar nas duas o apoio de que precisava para enxergar o mundo de um jeito menos complicado e até rever algumas de suas atitudes. Nesse processo, conquista seu primeiro namorado, um colega da escola que esnoba a garota mais popular da turma para ficar com ela. Mas não é só. Marília realiza também o sonho de se tornar escritora. Com uma prosa saborosa e cheia de vida, Caixa de desejos aborda com muita sensibilidade a tumultuada entrada na adolescência, mesclando as dores e as dúvidas do crescimento com a alegria de descobrir o amor e uma vocação.
ATENDIMENTO
Rua: Hildebrando T. de Carvalho, 60,
Vila Mariana, São Paulo (SP),
04012-120, Telefax (11) 5572-9474.
DISTRIBUIDORES
Clique aqui e confira a lista de
distribuidores do selo Tordesilhas
no Brasil e no exterior.
CONTATO
Clique aqui para acessar a área de contato e saiba como se comunicar com os departamentos do selo Tordesilhas.
webzero | laboratório de idéias