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19 de Novembro de 2017. Bem-vindo!
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Contos de imaginao e mistrio
Edgar Allan Poe, Harry Clarke (ilustrador)
16 x 23 cm
424
Contos de imaginao e mistrio apresenta 22 magnficas histrias de suspense, repletas de cenrios lgubres, clima sobrenatural e de horror.
Edio de luxo, ilustrada, com capa dura e sobrecapa. Contos de imaginao e mistrio apresenta 22 magnficas histrias de suspense, repletas de cenrios lgubres, clima sobrenatural e de horror. Narrativas clebres como “Os assassinatos da Rue Morgue” (sobre o mistrio do brutal assassinato de duas mulheres em Paris, investigado e solucionado pelo detetive Dupin), “O poo e o pndulo” (sobre um herege preso e torturado pela Inquisio) e “A queda da casa Usher” (o narrador, hspede da lgubre manso, descreve a melanclica estranha decadncia de uma famlia) esto ao lado de outras menos conhecidas ou citadas, mas nem por isso menos brilhantes: “Os fatos do caso do sr. Valdemar” (no qual o protagonista permanece hipnotizado enquanto morre, podendo assim “assistir” prpria morte), “Silncio: uma fbula” (longo dilogo entre o demnio e o narrador) e “Leonizando” (narrativa de vis absurdo, em que a personagem e obcecada pelo estudo do nariz).
Kamasutra
Vatsyayana
18x27cm
96
Atribudo a Vatsyayana, autor que teria vivido na ndia provavelmente no sculo IV d. C., Kāmasūtra um conjunto de aforismos (sūtra) sobre o “gozo dos sentidos” (kāma). Em outras palavras, uma espcie de guia sobre os prazeres sensoriais. Dividido em sete “livros” – tal como a Bblia, por exemplo –, o Kāmasūtra difundiu-se no Ocidente a partir de uma traduo publicada em ingls por Richard Francis Burton (1821-1890) em 1883. Essa traduo, porm, limita-se ao segundo “livro” do Kāmasūtra – o “Livro do sexo”, que descreve sobretudo tcnicas de coito entre homem e mulher. Ou seja, a ntegra dos sete “livros” do Kāmasūtra no se restringe ao intercurso sexual – mas a traduo de Burton, ao se limitar a apenas um deles, fez desse ttulo um sinnimo de
Atribudo a Vatsyayana, autor que teria vivido na ndia provavelmente no sculo IV d. C., Kāmasūtra um conjunto de aforismos (sūtra) sobre o “gozo dos sentidos” (kāma). Em outras palavras, uma espcie de guia sobre os prazeres sensoriais. Dividido em sete “livros” – tal como a Bblia, por exemplo –, o Kāmasūtra difundiu-se no Ocidente a partir de uma traduo publicada em ingls por Richard Francis Burton (1821-1890) em 1883. Essa traduo, porm, limita-se ao segundo “livro” do Kāmasūtra – o “Livro do sexo”, que descreve sobretudo tcnicas de coito entre homem e mulher. Ou seja, a ntegra dos sete “livros” do Kāmasūtra no se restringe ao intercurso sexual – mas a traduo de Burton, ao se limitar a apenas um deles, fez desse ttulo um sinnimo de “manual do sexo”. O ttulo de cada captulo do “Livro do sexo” do Kāmasūtra bastante elucidativo: “Os tipos de unio sexual segundo o tamanho, a durao e a intensidade do desejo”; “Abraos”; “Beijos”; “Arranhes”; “Mordidas”; “Posies sexuais”; “Golpes e gemidos”; “A mulher agindo como homem e as estocadas do homem”; “Sexo oral”; e “O comeo e o fim da relao sexual, os vrios tipos de unio e as brigas entre os amantes”. Todos os captulos so encerrados com poemas. H diversas edies intituladas Kāmasūtra disponveis em portugus. Nenhuma delas, porm, foi traduzida diretamente do idioma original. A edio do selo TORDESILHAS a primeira vertida do snscrito para o nosso idioma, inclusive respeitando a forma como o texto surgiu no sculo IV (Burton incorporou, em sua traduo, os comentrios acrescentados por um autor chamado Yaśodhara, no sculo XIII, que na edio do TORDESILHAS esto em lugar adequado: nas notas de rodap). O trabalho foi realizado por dois especialistas formados pela Universidade de So Paulo: Daniel Moreira Miranda e Juliana Di Fiori Pondian. Alm da traduo pioneira diretamente do snscrito, a edio do TORDESILHAS, em capa dura, ilustrada pelo artista plstico argentino Alfredo Benavdez Bedoya, e contm posfcio de Eliane Robert Moraes, professora do Departamento de Letras Clssicas e Vernculas da USP – e estudiosa da literatura fescenina. O volume traz ainda um glossrio e uma “Tabela de correspondncias para leitura dos termos em snscrito”.
O dia em que Sherlock Holmes morreu
Arthur Conan Doyle
18 cm x 24 cm
400
Sherlock Holmes entrou para a histria da literatura como um detetive excepcionalmente brilhante e excntrico. Com um mtodo prprio, baseado em sua imensa capacidade de absorver e armazenar informaes,resolveu inmeros casos aparentemente insolveis. Os 17 contos desta edio de luxo ilustrada contemplam todas as fases da carreira de Holmes – da descoberta de seus dons, nos tempos de faculdade, at a aposentadoria. O leitor encontrar aqui a ironia, o tdio, a desiluso, a cocana, o senso d
A trajetria de Sherlock Holmes e do dr. Watson comeou no ano de 1887, quando Arthur Conan Doyle publicou Um estudo em vermelho, e prosseguiu com uma srie de contos inicialmente publicada na revistaThe Strandcom grande sucesso. As primeiras 12 histrias compem a coletnea As aventuras de Sherlock Holmes, lanada em 1892. Em 1893, para consternao geral, Conan Doyle matou o detetive nas cataratas de Reichenbach, na cidade sua de Meiringen. O embate final entre Holmes e seu rival, o professor Moriarty, foi narrado no conto O problema final, que aparece na antologia Memrias de Sherlock Holmes, publicada em 1894.De acordo com os jornais londrinos da poca, uma multido cabisbaixa tomou as ruas da cidade usando braadeiras pretas no dia em que Sherlock Holmes morreu. A personagem, porm,reapareceria oito anos depois no romance O co dos Baskerville, cuja trama teria acontecido antes da morte de Holmes. Os fs foram ao delrio e o livro tornou-se uma sensao instantnea. Dois anos depois, a Strand comeou a publicar os contos que mais tarde viriam a compor a coletnea O retorno de Sherlock Holmes. No primeiro deles, intitulado “A casa vazia”, Holmes ressurge depois de anos tido como morto.O dia em que Sherlock Holmes morreurene 17 contos de diferentes pocas da vida do detetive, narrativas em que seu mtodo dedutivo posto prova em casos dificlimos.
O que no existe mais
Krishna Monteiro
14 x 19 cm
112
O que no existe mais um relato sobre memria e desajuste, solido e renascimento. Neste livro de contos, Krishna Monteiro explora esses temas sob vrios ngulos. O de um filho perseguido nos corredores de sua casa pela lembrana viva o pai; o de um pacto celebrado pelo escritor Joo Guimares Rosa numa encruzilhada; o de um galo de briga que, ao combater na arena, recorda toda a sua existncia; o de um gato, narrando os ltimos momentos de sua dona, sem compreend-los; o de um velho soldado que tenta sem sucesso exorcizar a guerra; o de uma mulher que diante da degradao e do envelhecimento v no ato de contar histrias a fonte mesma de cria
Krishna Monteiro um escritor excepcional no modo como maneja as palavras e trata seus temas: memria e desajuste, solido e renascimento. O tema da memria adiantado no ttulo e se desenrola ao longo dos sete contos do livro. Em “O que no existe mais”, um filho perseguido pela imagem viva do pai: “Na primeira vez que te vi depois de tua morte, tu estavas na sala, de p em frente minha estante e aos meus livros”. Usando artifcios narrativos como o sonho dentro do sonho, Krishna enreda leitor e personagem numa miragem, como aquelas com as quais nos deparamos quando achamos ter visto algum j falecido no rosto do familiar dele. Em “Quando dormires, cantarei”, o embate entre passado e presente acontece mesmo numa arena. A densidade espetacular do conto construda pelo ponto de vista inusitado do narrador – um galo de briga – e pelas descries primorosas esculpidas atravs dele. No tormento da batalha, em meio ao sangue derramado, o narrador-protagonista pe-se a rememorar a prpria histria – e cada passagem dela pode ser interpretada como uma releitura da jornada do heri dramtico, que encontra no passado a explicao e a motivao para sua vida atual. “Monte Castelo” retoma a questo familiar, mostrando av e neto s voltas com as brigas em famlia. O neto, que no incio do conto ainda um menino, o narrador. A desarmonia entre a me e a av do garoto provavelmente o combustvel inicial da afinidade entre av e neto. O av leva a criana em passeios pelo bairro da pequena cidade onde mora com a esposa, a fim de deixar mulher e filha a ss para discutirem a conturbada relao. No entanto, a dissonncia entre as duas invade cada vez mais o espao do menino, e suas visitas cidade dos avs interrompida pela me. Quando volta, j mais crescido, ele v o lugar com outros olhos. O momento de uma expressiva familiaridade para o leitor: a maioria de ns j revisitou um lugar da infncia apenas para se dar conta de como ele era diferente daquilo que imaginvamos. Seria essa diferena causada pelo tempo ou pela inevitvel distoro de nossa memria, que seleciona, combina e recombina elementos, criando uma noo particular de realidade? por meio da memria que se reproduzem histrias, como bem sabe o autor, que explora o universo de sua transmisso oral em “Alma em corpo atravessada”. No conto de encerramento do livro, o narrador, junto a outras crianas, ouve noitinha e ao p do fogo casos narrados por uma mulher sem nome que, como acompanhamento, mexe as mos sobre as chamas, produzindo sombras ilustrativas. A doena dela, entretanto, interrompe a diverso, e com o tempo as crianas vo deixando a casa. Anos mais tarde, o narrador revisita o lugar, que abriga as lembranas afetivas de outrora; os elementos do espao so “cntaros para o interior dos quais fluiu, durante anos, sem que percebssemos, a memria do que se disse e encenou entre as paredes”. Embora a solidez da estrutura de uma casa remeta a algo acabado, fechado, a memria se caracteriza exatamente pelo contrrio: est eternamente recontando a si mesma, dando novo significado a momentos, lugares e pessoas que j no existem mais – mas que, num inerente paradoxo, esto a renovar sua existncia a cada lembrana.
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