BUSCA
    
MÍDIA SOCIAL
NEWSLETTER

24 de Outubro de 2017. Bem-vindo!
Você está em: Home » Catlogo
Tango, com violino
Eduardo Alves da Costa
14 x 21
352
Tango, com violino descreve o dia a dia de Abeliano, um professor de histria da arte aposentado que envelheceu “ex abrupto, no momento em que se deu conta de que poderia viajar gratuitamente nos nibus municipais”. A partir da ele desenvolve o hbito de andar ao acaso nos coletivos da cidade, na esperana de que seu itinerrio lhe revele algo inusitado. Desse modo, acaba por transformar a banalidade cotidiana em uma srie de aventuras que atribuem importncia a cada contato humano, a cada paisagem urbana. Alimentando-se do que v e do que ouve, em todo nibus que entra Abeliano vive um universo possvel e fugaz, que se desfaz a cada fim de viagem para ressurgir na prxima, o que lhe possibilita “adiar o mergulho no isolamento irremedivel e definitivo”.
Na primeira noite eles se aproximam e roubam uma flor do nosso jardim. E no dizemos nada. Na segunda noite, j no se escondem: pisam as flores, matam nosso co, e no dizemos nada. At que um dia, o mais frgil deles entra sozinho em nossa casa, rouba-nos a luz, e, conhecendo nosso medo, arranca-nos a voz da garganta. E j no podemos dizer nada. Esses so os versos mais famosos do poema “No caminho, com Maiakvski”, do brasileiro Eduardo Alves da Costa, cuja autoria costuma ser erroneamente atribuda ao poeta russo. Escritos em 1968, eles ganharam uma nova legio de admiradores durante a campanha das Diretas-J, nos anos 1980, e viraram at corrente na internet nos anos 1990. Recentemente, um post no Facebook da Revista Bula tratava de desfazer o equvoco de sua autoria para os jovens leitores do sculo XXI. Poeta (figura na antologia Os cem melhores poetas brasileiros do sculo, organizada por Jos Numane Pinto), dramaturgo, contista e artista plstico com obras expostas na Frana e na Alemanha, Eduardo Alves da Costa volta cena literria com um romance a ser publicado em maio pela editora Tordesilhas. Com o ttulo emprestado de outro de seus poemas (publicado na antologia Salamargo), Tango, com violino descreve o dia a dia de Abeliano, um professor de histria da arte aposentado que vive em um pequeno hotel localizado em um bairro decadente da cidade de So Paulo e envelheceu “ex abrupto, no momento em que se deu conta de que poderia viajar gratuitamente nos nibus municipais”.Abelianodesenvolve ento o hbito de pegar nibus ao acaso, sem saber para onde eles vo, e, ao faz-lo, vai transformando a banalidade cotidiana em uma aventura que atribui importncia a cada contato humano, a cada paisagem urbana – todos de passagem, inconsequentes, ligeiros. Alimentando-se do ver, do ouvir e das prprias elucubraes sobre o passado e o que ocorre ao redor, em todo nibus que entra Abeliano vive um universo possvel, um universo fugaz, que se desfaz a cada fim de viagem para ressurgir na prxima. A maioria das obras que abordam a velhice enfatiza a doena, a depresso, a decadncia, a derrota, mas Eduardo Alves da Costa preferiu o caminho do estoicismo, daqueles que no se entregam, que procuram manter a lucidez, substituindo a depresso pelo distanciamento irnico em relao ao mundo, sociedade – e sobretudo a si mesmos. O romance no uma narrativa orgnica, definida, clara, consequente, acabada. antes um moto-perptuo, um Bolero de Ravel cujo tema recorrente se acresce aos poucos de novos significados aparentemente insignificantes, de reiteraes cujo resultado ser, em ltima instncia, a velhice irremedivel, a morte, o esquecimento, ou, se assim preferir o leitor, o salto para a transcendncia, para a manifestao do ser. Os fatos se sucedem numa repetio que, aparentemente, no leva a parte alguma, o que refora a situao dos personagens, suspensos numa outra realidade, na qual se tornam invisveis, inexistentes, excludos, uma espcie de limbo, pequeno universo mantido pela inteligncia, pelo humor, pelo atrevimento de no s permanecerem vivos, mas agudamente lcidos. A morte acompanha Abeliano e dialoga com ele sob vrios disfarces at a cena final, em que danam um tango no corredor de um nibus estacionado no terminal. Uma dana amigvel e afetuosa que marca um recomeo para o qual nosso heri se mostra pleno de energia.
Tchick
Wolfgang Herrndorf
16 X 23cm
232
Com 120.000 exemplares vendidos na Alemanha (desde agosto de 2010), Tchick mais que um romance de aventura, repleta de peripcias narradas com muito bom humor e impressionante agilidade: a histria de dois garotos que, de repente, resolvem descobrir, afinal, o que viver – mesmo sem saber que estavam fazendo isso. Os aventureiros enfrentam situaes que nunca experimentaram antes – algumas, inclusive, em que correm grande perigo –, conhecem pessoas diferentes e at estranhas – mas nem por isso ruins –, e descobrem o quanto a amizade pode ser forte e importante na vida. isso: Tchick um romance sobre a descoberta da vida.
As frias do nerd Maik Klingenberg naquele vero prometiam ser pssimas: a me, mais uma vez, fora internada numa clnica de desintoxicao, e o pai teve que fazer uma “viagem de negcios” com a secretria de dezenove anos. De quebra, a menina por quem Maik estava superafim, Tatjana, “esquecera” de convid-lo para sua festa de aniversrio – a balada mais aguardada do ano. O que prometia ser um tdio total muda completamente quando Tchick, o colega mais esquisito da turma, aquele de quem todos queriam distncia, aparece com um velho Lada Niva roubado e acaba por convencer Maik a viajar com ele at a Valquia, para visitar os avs e... umas primas gostosas. Valquia?! Descobrir onde fica esse lugar seria bem mais fcil do que chegar at l, pois no moleza atravessar um pas sem mapa para se orientar, sem carteira de motorista, com quase nenhum dinheiro e dirigindo um carro roubado. Tudo isso aos catorzes anos de idade, e tendo a polcia nos calcanhares. Com 120.000 exemplares vendidos na Alemanha (desde agosto de 2010), Tchick mais que um romance de aventura, repleta de peripcias narradas com muito bom humor e impressionante agilidade: a histria de dois garotos que, de repente, resolvem descobrir, afinal, o que viver – mesmo sem saber que estavam fazendo isso. Os aventureiros enfrentam situaes que nunca experimentaram antes – algumas, inclusive, em que correm grande perigo –, conhecem pessoas diferentes e at estranhas – mas nem por isso ruins –, e descobrem o quanto a amizade pode ser forte e importante na vida. isso: Tchick um romance sobre a descoberta da vida.
Um amor de Swann
Marcel Proust
14 x 21 cm
296
Esta obra narra o amor obsessivo de Swann, homem culto da aristocracia francesa, por Odette, mulher ftil de reputao duvidosa. De simples caso desinteressado, a relao evolui para algo que toma conta da vida do protagonista. Ao narrar a histria de Swann e Odette, a obra ultrapassa a descrio de uma simples histria de amor para revelar gradualmente a complexidade dos sentimentos, da memria e do tempo. Um amor de Swann a porta de entrada para a monumental obra de um dos maiores escritores do sculo XX. O prefcio de Marcelo Jacques de Moraes, professor da UFRJ, em que trata de aspectos da obra proustiana como a rememorao e da importncia de Um amor de Swann como porta de entrada fecunda para a obra de Proust, sensibilizando o leitor para as grandes questes do romance.
Um amor de Swann a porta de entrada para a monumental obra de um dos maiores escritores do sculo XX. Ao narrar a histria de Swann e Odette, a obra ultrapassa a descrio de uma simples histria de amor para revelar gradualmente a complexidade dos sentimentos, da memria e do tempo – as bases do universo proustiano. Trata-se da segunda das trs partes de No caminho de Swann, o primeiro dos sete volumes de Em busca do tempo perdido, uma das maiores obras da literatura universal, escrita entre 1908 e 1922. Alm de Um amor de Swann, No caminho de Swann possui mais duas partes: Combray e Nomes de terras: o nome. o nico episdio de toda a obra Em busca do tempo perdido narrado em 3a. pessoa, tendo Swann como protagonista. Solteirão convicto de grande reputao intelectual, dado a muitos casos amorosos, Swann acaba se apaixonando perdidamente por Odette, moça de classe social inferior e de reputao duvidosa. Atravs da histria de uma atrao que se torna afeto, amor, obsesso, o narrador escancara como algumas relaes interpessoais se constroem. Cenas como as do mdico se esforando para no demonstrar sua imensa insegurana em reunies sociais ou da sra. Verdurin sendo prepotente para disfarar seus medos, momentos em que se percebe como o olhar de Odette valoriza o parecer em vez do ser, entre outras, so apresentadas com a ironia proustiana tpica, revelando muitos tipos comuns tanto na sociedade do sculo XXI quanto naqueles convivas do clzinho dos Verdurin em pleno sculo XIX. Nesta traduo, o texto foi restitudo de seu humor original, baseado em vocabulrio e ritmo que permitem ao leitor deduzir em que tom os personagens falam. Tradicionalmente (e no apenas para o portugus), os textos traduzidos soam convencionais, o que no acontece com o original, tido como uma das obras de maior ousadia formal da histria da literatura. A presente traduo devolve ao texto brasileiro os pontos de estranhamento planejados por Proust, como o afastamento dos usos cristalizados dos tempos verbais do francs (de forma a redefinir a experincia da narrativa e criar efeitos de sentidos inesperados para o leitor) e a pontuao, ditada muito mais pelo ritmo que pela gramtica.
ATENDIMENTO
Avenida Paulista, 1337, Conjunto 11
Bela Vista - So Paulo
CEP: 01311-200, Telefone (11) 5572-9474.
DISTRIBUIDORES
Clique aqui e confira a lista de
distribuidores do selo Tordesilhas
no Brasil e no exterior.
CONTATO
Clique aqui para acessar a área de contato e saiba como se comunicar com os departamentos do selo Tordesilhas.
webzero | laboratório de idéias