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01 de Agosto de 2015. Bem-vindo!
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Histria policial
Imre Kertsz
14 x 21
120
Ainda adolescente, o escritor hngaro Imre Kertsz sentiu na pele o horror imposto pelos regimes totalitrios. Preso pelos nazistas por causa de sua origem judaica, ele foi deportado para o campo de concentrao de Auschwitz e depois para o de Buchenwald. Libertado pelo exrcito sovitico, tornou-se comunista e, mais tarde, um dissidente do regime. No de espantar, portanto, que toda a sua obra seja dedicada a explorar a experincia dolorosa de viver sob a opresso e a arbitrariedade. Histria policial foi publicado em 1977, quando na Hungria havia apenas editoras estatais. Para driblar os censores, Kertsz localizou sua histria num pas sul-americano fictcio e sem nome.AntonioMartens, policial a servio da represso, est preso aps a queda do regime ao qual servia, presumivelmente por crimes contra os direitos humanos. Na cadeia, pede permisso para escrever suas memrias, e de seu relato emerge a histria de Federico e Enrique Salinas, pai e filho, ricos comerciantes locais, presos e torturados pela equipe de Martens. A narrativa complementada por uma segunda voz, a do prprio Enrique, por meio de trechos do dirio que escreveu e que est agora em poder de Martens. Enrique um jovem idealista,inconformado com a ditadura que se instalara no pas. Apesar da vida abastada e protegida, decide que no pode ser complacente com o que acontece sua volta e que precisa agir – para o desespero de seu pai. JMartens um desajustado – era um policial comum at ser transferido para o rgo de represso resistncia – que sofre com dores de cabea peridicas que parecem relacionadas s suas dvidas morais.Depois da morte da velha ideologia, Martensvive dominado pelo medo, enquanto espera a sua provvel execuo. Referindo-se o tempo todo “logica” dos eventos, que para ele uma espcie de destino, remete-nos tese da filsofa Hannah Arendt segundo a qual os maiores crimes da histria no foram cometidos por monstros, mas por pessoas comuns enredadas numa ordem burocrtica.
O mandarim
Ea de Queirs
17 x 24 cm
84
Luxuosa edio com ilustraes de Alberto Cedrn. Teodoro, um jovem ambicioso que trabalha como escrevente em uma pequena repartio de Lisboa, sonha em deixar a vida modesta para trs. Uma noite, enquanto l um livro em seu quarto de penso, surpreendido pela personificao do demnio, que pede ao jovem para tocar uma campainha. A princpio, o pedido pode parecer inocente e at um pouco sem sentido, mas traz um fundo macabro. Caso Teodoro de fato toque a campainha, o mais poderoso dos mandarins morrer do outro lado do mundo. Em troca, o portugus receberia a boa fortuna da vtima. Aos poucos, Teodoro se deixa convencer pelo discurso sedutor do diabo e, por fim, faz o que lhe pedido. A partir deste momento, sua vida mergulhar em uma aventura prodigiosa na qual a fantasia se mistura s emoes mais sublimes.
Retrato da me quando jovem
Friedrich Christian Delius
14 x 19 cm
144
Retrato da me quando jovem narra uma bela tarde do vero de 1943 em Roma pelos olhos de uma moa que passeia pelas ruas da Cidade Eterna a caminho de um concerto de Johann Sebastian Bach. Completamente alheia violncia da Segunda Guerra Mundial, ela pensa no filho que est prestes a nascer e no pai da criana, em plena luta no front africano. O que seria, a princpio, o retrato de uma tpica mulher alem da era nazista evolui para um comovente elogio da inocncia e, por fim, para uma histria de amor carregada de lirismo. Entrar em contato com essa mulher pode levar o leitor a compreender os fenmenos que deram forma a toda uma gerao. Lanada na Alemanha em 2006, a obra foi rapidamente aclamada por crtica e publico, tendo trs reimpresses logo nos primeiros meses.
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