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30 de Março de 2015. Bem-vindo!
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21 contos e crônicas do romantismo brasileiro escolhidos e apresentados por Ricardo Lísias
Ricardo Lísias
14 x 21cm
256
O romantismo, movimento estético originado na Europa no final do século XVIII, inspirado pelo iluminismo, está vivo e influente até hoje em todo o mundo. Sua importância no Brasil, porém, não foi menor, como mostra Antonio Candido em Formação da literatura brasileira, que considera o romantismo como o marco inicial do que conhecemos como literatura brasileira. Foi por isso que o selo Tordesilhas convidou o escritor Ricardo Lísias a selecionar contos e crônicas dos escritores românticos mais significativos das nossas letras, a saber: Machado de Assis, Álvares de Azevedo, Bernardo Guimarães, Joaquim Manuel de Macedo, José de Alencar e Manuel Antônio de Almeida. A leitura e compreensão desses autores são de fundamental importância para o entendimento da literatura brasileira de qualquer período posterior. Mas não se trata apenas do dever escolar de conhecer os fundadores de nossa literatura. Lísias pautou-se pela missão de apresentar ao leitor o prazer de conhecer um pouco de nossos clássicos românticos, em narrativas sedutoras, que nos revelam um mundo colorido e agitado. Lendo esses autores descobrimos as influências românticas que saltam aos olhos na cultura contemporânea: desde a estrutura das novelas televisivas até a composição de personagens da cultura pop, como nos filmes e nas histórias em quadrinhos.  O volume traz ainda cronologia detalhada sobre o movimento romântico em terras tupiniquins e situa cada escritor em seu contexto, em breves e precisas apresentações de Ricardo Lísias.  
318 citações do padre Antônio Vieira escolhidas e anotadas por Emerson Tin
Emerson Tin (organizador)
14 x 21 cm
204
  O Tordesilhas inaugura sua linha de antologias em grande estilo: Emerson Tin, doutor em teoria literária pela Unicamp, organizou para o selo uma seleta de frases daquele que Fernando Pessoa chamou de “o imperador da língua portuguesa”: Antônio Vieira, o jesuíta que viveu (intensamente) no século XVII. Servindo-se da edição que o próprio Vieira reviu, Tin selecionou trechos de sermões, cartas e monografias do padre que ainda em seu tempo foi considerado o maior sermonista da Europa e da América – tanto que foi convidado pelo próprio papa ao cargo de pregador do Vaticano (o que o padre recusou). Esta coletânea é ao mesmo tempo uma amostra da genialidade de Vieira, autor de frases lapidares – tanto pelo conteúdo quanto pela forma –, e obra de referência, com citações agrupadas em ordem alfabética de tema (Admiração, Adulação, Alegria, Amizade, Amor, Aparências, Bem, Calúnias, Ciências, Cobiça, Comer, Curiosidade, Desejo, Dificuldades, Dinheiro... até Vontade). Transcritas com rigor, a partir de fonte absolutamente confiável, estas 318 citações do padre Antônio Vieira escolhidas e apresentadas por Emerson Tin cumpre um papel ímpar na divulgação de um dos momentos mais altos da literatura de língua portuguesa. Alto ao ponto de brilhar entre as maiores estrelas de todos os tempos e idiomas.  
A condessa sangrenta
Alejandra Pizarnik
18 x 26,5 cm
60
Em 1611 a condessa húngara Erzsébet Báthory foi condenada pelo assassinato de seiscentas e cinquenta jovens mulheres. Marcada pela perversão e pela demência, a Dama de Csejthe passou para a história como um símbolo do mal absoluto. Em seus crimes se vislumbram os limites extremos do horror. Com A Condessa sangrenta, Alejandra Pizarnik alcançou um dos ápices de sua literatura, elaborando um retrato perturbador do sadismo e da loucura. Santiago Caruso soube recriar, com suas magníficas ilustrações, não só os detalhes da história, mas também os atrozes sentimentos que a governam.  
As artimanhas do Napoleão e outras batalhas cotidianas
Antonio Cestaro
13 x 20
100
Personagem de duas crônias de Uma porta para um quarto escuro, primeiro livro de Antonio Cestaro, Napoleão, um porquinho-da-índia traquinas e vivaz, grande apreciador da generosidade das pessoas, despertou tanto interesse nos leitores que acabou se tornando o protagonista involuntário da segunda obra do autor. Napoleão é vegetariano e está namorando. Inteligente, aprendeu a se comportar em salas de concerto e foi sondado para participar de um desenho animado com grande campanha de mídia. Vive com o dono e a família do dono numa casa frequentada todos os dias pela Vânia, que os ajuda nos serviços domésticos. Eventualmente, visita o doutor Gildo, médico especializado em animais de grande porte que o atende em nome de uma amizade antiga. E frequenta também a dona Yolanda, vizinha da família e proprietária do Arquibaldo, um felino não muito confiável. Com esses personagens, situações banais do cotidiano e um olhar subjetivo, Antonio Cestaro constrói um conjunto de crônicas que discorrem sobre a condição humana e a relação das pessoas entre si, com a natureza e com a metrópole. Assim, em “Pé direito”, a compra de um tênis que servirá de cama para o Napoleão é o pretexto para uma discussão sobre ciclismo e paisagem urbana, industrialização e mão de obra infantil na China. Já a tocante “O que dizer?” fala de “literatura e das emoções humanas que as palavras não dão conta de descrever”. Música, natureza, alegria, tristeza, poesia, concreto, psicanálise, fantasmas e os laços de amor e amizade são os temas com os quais o autor tece uma narrativa leve e cheia de sentimento, cujo fio condutor é um porquinho-da-índia octogenário, criação do grande poeta Manuel Bandeira, que Antonio Cestaro faz ressurgir em uma realidade ficcional que “aproveita os sonhos para anular os limites do tempo, da matéria e da lógica”.
ATENDIMENTO
Rua: Hildebrando T. de Carvalho, 60,
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04012-120, Telefax (11) 5572-9474.
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