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06 de Março de 2015. Bem-vindo!
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21 contos e crônicas do romantismo brasileiro escolhidos e apresentados por Ricardo Lísias
Ricardo Lísias
14 x 21cm
256
O romantismo, movimento estético originado na Europa no final do século XVIII, inspirado pelo iluminismo, está vivo e influente até hoje em todo o mundo. Sua importância no Brasil, porém, não foi menor, como mostra Antonio Candido em Formação da literatura brasileira, que considera o romantismo como o marco inicial do que conhecemos como literatura brasileira. Foi por isso que o selo Tordesilhas convidou o escritor Ricardo Lísias a selecionar contos e crônicas dos escritores românticos mais significativos das nossas letras, a saber: Machado de Assis, Álvares de Azevedo, Bernardo Guimarães, Joaquim Manuel de Macedo, José de Alencar e Manuel Antônio de Almeida. A leitura e compreensão desses autores são de fundamental importância para o entendimento da literatura brasileira de qualquer período posterior. Mas não se trata apenas do dever escolar de conhecer os fundadores de nossa literatura. Lísias pautou-se pela missão de apresentar ao leitor o prazer de conhecer um pouco de nossos clássicos românticos, em narrativas sedutoras, que nos revelam um mundo colorido e agitado. Lendo esses autores descobrimos as influências românticas que saltam aos olhos na cultura contemporânea: desde a estrutura das novelas televisivas até a composição de personagens da cultura pop, como nos filmes e nas histórias em quadrinhos.  O volume traz ainda cronologia detalhada sobre o movimento romântico em terras tupiniquins e situa cada escritor em seu contexto, em breves e precisas apresentações de Ricardo Lísias.  
27
Kim Frank
16x23cm
216
  A “maldição dos 27” fez mais uma vítima, recentemente: Amy Winehouse. A lista dos cantores que morrem nesta idade é pontilhada por celebridades: Brian Jones, fundador dos Rolling Stones, o guitarrista Jimi Hendrix, a cantora Janis Joplin, o vocalista do The Doors, Jim Morrison, e Kurt Cobain, líder do Nirvana. André Barcinski, da Folha de S. Paulo, vai mais longe: “Se ampliarmos a lista para a faixa de 25 a 29 anos, podemos incluir ainda Tim Buckley, Gram Parsons, Danny Whitten (Crazy Horse), Tommy Bolin (Deep Purple), James Honeyman-Scott (Pretenders), Hillel Slovak (Chili Peppers), Frankie Lymon (The Teenagers), Shannon Hoon (Blind Melon), Bradley Nowell (Sublime) e muitos outros”. A macabra coincidência inspirou o jovem escritor alemão Kim Frank a escrever 27, romance sobre Mika – que, às vésperas de completar dezenove anos, e pouco depois de perder o único amigo fulminado por uma overdose de ecstasy, é descoberto como letrista e vocalista de uma nova banda, a “Fears”. Solitário e hipocondríaco, com a mãe sempre ausente e o pai sequer conhecido, além de ter convivido na infância com a lenta agonia de um tio vítima da AIDS, Mika é rapidamente transformado em celebridade. Um impacto e tanto na vida de alguém obcecado com a certeza de que morrerá aos 27 anos, como tantos rockstars que povoam a coleção de vinis e biografias legada pelo tio. O sucesso de Mika e da Fears, ao longo dos anos, é proporcional à intensidade com que o cantor se envolve com (muitas) drogas, bebidas e escândalos amorosos, afastando-se cada vez mais de seus parceiros de banda. Até que o aniversário de 27 anos mergulha o cantor no mais absoluto e depressivo isolamento, à espera da morte. Lançado na Alemanha em maio de 2011, 27 parte de uma premissa curiosa para tratar ficcionalmente dos bastidores do mundo real da música pop e da indústria fonográfica, do fascinante – e terrível – universo das celebridades e das angústias de nosso tempo.  
318 citações do padre Antônio Vieira escolhidas e anotadas por Emerson Tin
Emerson Tin (organizador)
14 x 21 cm
204
  O Tordesilhas inaugura sua linha de antologias em grande estilo: Emerson Tin, doutor em teoria literária pela Unicamp, organizou para o selo uma seleta de frases daquele que Fernando Pessoa chamou de “o imperador da língua portuguesa”: Antônio Vieira, o jesuíta que viveu (intensamente) no século XVII. Servindo-se da edição que o próprio Vieira reviu, Tin selecionou trechos de sermões, cartas e monografias do padre que ainda em seu tempo foi considerado o maior sermonista da Europa e da América – tanto que foi convidado pelo próprio papa ao cargo de pregador do Vaticano (o que o padre recusou). Esta coletânea é ao mesmo tempo uma amostra da genialidade de Vieira, autor de frases lapidares – tanto pelo conteúdo quanto pela forma –, e obra de referência, com citações agrupadas em ordem alfabética de tema (Admiração, Adulação, Alegria, Amizade, Amor, Aparências, Bem, Calúnias, Ciências, Cobiça, Comer, Curiosidade, Desejo, Dificuldades, Dinheiro... até Vontade). Transcritas com rigor, a partir de fonte absolutamente confiável, estas 318 citações do padre Antônio Vieira escolhidas e apresentadas por Emerson Tin cumpre um papel ímpar na divulgação de um dos momentos mais altos da literatura de língua portuguesa. Alto ao ponto de brilhar entre as maiores estrelas de todos os tempos e idiomas.  
A árvore de carne
Lia Minápoty e Yaguarê Yamã
18,6 x 27,5 cm
52
  O selo infantil Tordesilhinhas disponibiliza, em edição ricamente ilustrada por Mariana Newlands, seis contos da mitologia do povo maraguá, descendente da antiga civilização tapajônica – que desenvolveu sofisticada cerâmica decorada –, habitante da região do rio Abacaxis, no Amazonas. O fato de ambos os autores serem originários de tal cultura é o diferencial de A árvore de carne, que anula a presença de um branco como intermediário das narrativas: um pajé sai em busca de novos poderes guiado por uma voz misteriosa (“O colar sagrado”); o deus Guarimonãg se encontra cercado por forças malignas e usa uma árvore para se defender (“A árvore de carne”); garoto deixa a aldeia e vai morar em plena mata por amor à natureza (“O protetor das árvores”); jovem casal apaixonado desenvolve plano para conseguir o consentimento dos pais da moça (“Um casamento na aldeia”); homem resolve se opor às proibições da tribo e enfrenta as maldições de uma lagoa (“A lagoa encantada”); por fim, é narrada a origem do povo maraguá (“A origem do poço Gurupápawa”). O volume contém um glossário que explica os significados de palavras do idioma maraguá – e de outras línguas indígenas – e do vocabulário típico da Amazônia. Numa linguagem muitas vezes crua, que não faz concessão aos “brancos”, as surpreendentes e fascinantes histórias deste livro são metáforas para explicar a religião, os mitos de origem e os costumes dos maraguás, proporcionando ao jovem leitor uma experiência única de troca cultural, além de convidá-lo ao respeito pelas diferenças e pelos descendentes diretos dos que habitavam o Brasil antes do Brasil.  
ATENDIMENTO
Rua: Hildebrando T. de Carvalho, 60,
Vila Mariana, São Paulo (SP),
04012-120, Telefax (11) 5572-9474.
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